“PROFESSORA, A SENHORA TEM UM QUÊ DE TEATRAL”:
Corpo e estética na pedagogia feminista negra.
Mots-clés :
Pedagogia Fminista Negra, Corpo, Mulheres Negras, Ensino SuperiorRésumé
O presente artigo traz uma discussão iniciada na dissertação defendida em abril de 2025, no Mestrado Interdisciplinar em Humanidades (UNILAB). Na ocasião, investiguei a práxis de mulheres negras no ensino superior, e esta pesquisa é o aprofundamento de uma dimensão pouco sistematizada na Pedagogia Feminista Negra: o corpo e a estética de docentes negras. Tenho como objetivo compreender a relevância do corpo e da estética para a prática docente de mulheres negras e, para tanto, elegi o operador teórico da escrevivência (Evaristo, 2020) para discutir as narrativas de três participantes do estudo: Rosa Negra, Ayana e Ayó, bem como entrelaçar minha própria experiência como professora no ensino superior. O aporte teórico conta com estudos de Cida Bento (2020), Grada Kilomba (2019), bell hooks (2013; 2022), Lélia Gonzalez (2020), dentre outras intelectuais negras. Como resultado, destaco que o corpo e a estética são elementos centrais na práxis de mulheres negras, uma vez que esses sujeitos realizam um movimento de insubordinação e questionamento no ambiente universitário, espaço moldado historicamente por e para homens brancos.
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(c) Tous droits réservés Gabriel da Silva Antunes 2026

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