• Sujeitos, espaços e tempos históricos. Edição Especial: egressos do curso de História
    v. 12 n. 23 (2020)

    Em 2021 o Curso de História da UVA completará 60 anos de existência e resistência. Uma alegria e conquista para toda região do sertão norte e noroeste do Ceará. E como celebração de uma data tão significativa, como comemorar? Comemora-se compartilhando as pesquisas de nossos egressos. Aqui acompanhamos como alçaram voos, ao concluírem o curso de História da UVA, e ingressarem em seus mestrados e doutorados, nas diversas universidades públicas do país.

  • Patrimônio e sociedade: as várias faces de um debate
    v. 11 n. 20 (2019)

    Ao longo dos últimos anos o resultado gratificante de trabalhar pensando o Patrimônio e suas múltiplas vertentes têm revelado a proximidade das discussões sobre o tema nas mais diversas áreas do conhecimento. A relação profícua entre Patrimônio, Cultura, Arte, Identidade e Memória permeia significativamente as questões relevantes que dialogam diretamente com a História, o Direito, a Arquitetura e Urbanismo, as Geociências, as Ciências Sociais mas não se limita a esse amplo campo, se estendendo para a Museologia e todos os campos de aplicação do conhecimento que têm por objetivo a preservação das evidências de nossas presenças, do seu registro e de sua memória. Portanto, vamos abrir as portas desse número da Historiar – Patrimônio e Sociedade: as várias faces de um debate, postulando reflexões sobre múltiplos patrimônios, cada um deles indissociável de certo regime de historicidade. Cada um deles alimentado por certa ótica e contexto.

  • História Política
    v. 10 n. 19 (2018)

    A política tem sido um dos temas mais emergentes do nosso tempo. Talvez o assunto nunca tenha sido tratado com tanto desprezo, banalidade, descrença. Mas se “política é a presença enérgica de cada pessoa na vida comunitária,” “o que política quer dizer, não é neutro ou indiferente. Por isso é objeto de luta.” O papel do cientista nesse campo de disputas é jogar luz sobre os mecanismos de dominação política, descontruindo discursos que ganham materialidade na imprensa, na memória e na cultura política.
    Os partidos políticos são os mais atingidos, já que de acordo com René Rémond, se existe um tema essencialmente político, é o dos partidos. Para ele, a relação com o político está na sua essência, cuja formulação pede de maneira quase mecânica, o epíteto político. Ele ressalta que os partidos são políticos porque têm como finalidade, e seus membros como motivação, chegar ao poder. O mesmo não se pode dizer do fenômeno eleitoral, que apesar de se identificar com a política, tem outras aplicações além das políticas, diz Rémond. Numa conceituação mais superficial, partidos políticos são associações de indivíduos com a finalidade de disputar eleições e, por esse meio, colocarem os seus membros no poder.

  • 130 Anos de Abolição
    v. 10 n. 18 (2018)
    O dossiê “130 da Abolição: da escravidão à invenção da liberdade”, apresenta uma gama variada de contribuições de historiadores, de distintas regiões, que se debruçaram em torno dos temas da escravidão e liberdade no Brasil. Ao reunirmos num único volume questões tão diversas sobre a experiência negra, procuramos abrir uma espaço de debate e reflexão. Afinal, os artigos aqui selecionados encerram uma interlocução propositiva, tanto com as perspectivas analíticas e abordagens tradicionais, quanto com os campos temáticos e as linhas investigativas contemporâneas.      
  • Protagonismo indígena e ensino de História: identidades, ação política e território
    v. 9 n. 17 (2017)
    O presente dossiê reune trabalhos inovadores e relevantes realizados por pesquisadoras e pesquisadores em diferentes locais institucionais e momentos de sua formação. O conjunto de artigos que agora publicamos representa a vitalidade e a complexidade da temática indígena no campo da História, que vem se renovando desde o início dos anos 2000 com o aumento de pesquisas de excelência desenvolvidas em diversas universidade s do país.
  • Escravidão, Abolição e Pós-Abolição
    v. 9 n. 16 (2017)

    Aproximando-se do marco de 130 anos da abolição da escravatura no Brasil, a se realizar em 2018, o tema que nunca deixou de figurar entre as principais problemáticas do universo acadêmico, volta à baila do modo mais cruel possível, o da permanência que se veste de trajes de retrocesso não só social, mas também político e institucional. A proposta de lei que busca reordenar as relações de trabalho no espaço rural, prevendo a possibilidade de remuneração em forma não salarial, abrindo espaço para converter fornecimento de alimentos e moradia enquanto contrapartida ao trabalho, assustadoramente remonta ao inglório tempo da escravatura no Brasil, o que nos leva à observação do quanto nosso pacto social ainda precisa ser fortalecido para que se atinja padrões mínimos de civilidade.
    De certa forma, debruçar-se historicamente sobre as relações de trabalho ensejadas no seio do sistema escravista, é também um exercício político, de explicitação de suas contradições, ambiguidades e consequências ainda não de todo superadas. Nesse sentido, a eleição das chaves temáticas “Escravidão, Abolição e Pós-Abolição”, que intitulam o dossiê dessa edição, representam uma contribuição dos estudos históricos para a compreensão do passado, em diálogo com as questões do nosso próprio tempo.

  • Dossiê: O Ensino de Hist´ória
    v. 8 n. 14 (2016)

    O presente dossiê sobre Ensino de História da Revista Historiar vem ao encontro dessas preocupações e representa mais uma iniciativa do colegiado de História da UVA com as questões relativas ao ensino, abrindo espaço para professores de trajetória acadêmica já consagrada, mas também para graduandos que iniciam o exercício de refletir sobre seus objetos de pesquisa e de escrever sobre eles.

  • Dossiê: o mundo do trabalho e trabalhadores e suas práticas sociais
    v. 7 n. 13 (2015)

    Eis mais uma edição da Revista Historiar, que insiste na vontade de contribuir, divulgando estudos realizados por pesquisadores sobre temáticas diversas. Neste número, pautamos novamente os temas relacionados ao mundo do trabalho e trabalhadores e suas práticas sociais. Desta forma este número é especial, pois vivemos tempos difíceis nos quais há flexibilização nas relações de trabalho, ao mesmo tempo em que se vê o aumento
    do desemprego e a perda de direitos anunciada pelo atual governo interino, além da crescente precarização do trabalho, inclusive nas universidades públicas brasileiras. Estes elementos suscitam o debate e faz um chamamento para as discussões dentro e fora das universidades sobre temas caros: democracia, tolerância, violência, liberdade, organização sindical, movimentos populares, mídias, direitos trabalhistas etc
    Destacamos nesta edição artigos que trazem olhares diferenciados sobre o trabalho, as experiências sociais, organização e expressão cultural dos trabalhadores.

  • v. 7 n. 12 (2015)

    Essa edição da Historiar traz em seus artigos a marca desse percurso pelo qual passou a historiografia do século XX, evidenciando uma variedade de temas e temporalidades que buscam realçar as experiências singulares vivenciadas no passado. Elencamos dez artigos que esperamos servir (por que não?) para o deleite do leitor, assim como para divulgar a atitude ética presente na atual historiografia, em discussões relacionadas à cultura, religião, política, escravidão e práticas urbanas.
    Para fins organizativos dividiremos esse número da Revista Historiar em quatro seções, elencando os artigos afins. Assim sendo, iniciarmos pela seção Cultura, em seguida Política e Religião, na sequência, Política e escravidão no Século XIX e por último Práticas Urbanas.