CAROLINA MARIA DE JESUS, CONCEIÇÃO EVARISTO E ZORA HURSTON:

é na escrevivência que se imagina resistência

Autores/as

  • Ana Munção UFRN

Palabras clave:

Literatura Negra, Mulheres Negras, Escrita de Resistência

Resumen

A pesquisa analisa as formas de resistência epistêmica nas obras de Zora Hurston, Carolina Maria de Jesus e Conceição Evaristo. As autoras transformam experiências de desigualdade em práticas literárias que articulam memória, corpo e linguagem. O conceito de escrevivência, interseccionalidade (raça, classe e gênero) juntamente com a oratura, revelam a escrita como resposta ao silenciamento histórico. Dessa forma, a pesquisa se ancora na ideia de que, ao escrever sobre si e sobre o mundo, essas mulheres negras constroem sentidos que escapam à lógica dominante, manifestos em suas obras como práticas vivas de resistência cultural.

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Publicado

2026-01-02

Cómo citar

MUNÇÃO, A. CAROLINA MARIA DE JESUS, CONCEIÇÃO EVARISTO E ZORA HURSTON: : é na escrevivência que se imagina resistência. Revista Historiar, [S. l.], v. 17, n. 33, p. 68–88, 2026. Disponível em: //historiar.uvanet.br/index.php/1/article/view/612. Acesso em: 11 ene. 2026.