“RABISCOS DE UMA VIDA”:
a escrita de si de um homem negro no pós-abolição
Palavras-chave:
Autobiografia, Escrita de si, Documentos pessoaisResumo
O artigo analisa os sentidos políticos das narrativas autobiográficas como forma de escrita de si, bem como os significados atribuídos à valorização e preservação de registros que materializam a trajetória de um homem negro. Esses registros foram produzidos sob a influência do preconceito racial e informados pelas expectativas e projetos de uma vida isenta das hostilidades do racismo. O estudo examina a produção de si de Duque Bicalho (1887-1975) a partir da relação entre ele, sua vida e seus documentos. Para isso, investiga seu arquivo privado – composto por cartas, bilhetes, fotografias, partituras, letras de música, imprensa, documentação cartorial e pedagógico-didática de sua escola de música, além de rascunhos autobiográficos – para identificar, em sua trajetória, hesitações, incertezas, acasos e incoerências.
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Copyright (c) 2026 Jonatas Roque Ribeiro, Wellington Carlos Gonçalves

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